A dependência química do seu filho tem um culpado

Para entendermos melhor, precisamos assumir que somos humanos, portanto somos regidos pelas mesmas leis biológicas descritas por Dr. Hammer, ou seja, tudo que afeta qualquer pessoa nos afetam também.

A dependência química é o mal do século, e para piorar, cada vez mais tem atingido todas as classes sociais e o mais preocupante tem atingido o seu filho, que muitas vezes tem no mínimo 9 anos de idade.

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Algumas das causas e culpados já são conhecidos da maioria das pessoas como, por exemplo: a omissão do estado, a inconsequência dos jovens, acesso fácil, os influenciadores, “os amigos”, entre outros. Porem ninguém se atenta que antes de todos estes elementos acima citados, vem o distanciamento da família por achar que possa ser algo passageiro, ou acreditem, se quiser, não tem nenhuma cultura, ou conhecimento de causa sobre o assunto droga. Ou para piorar fecham os olhos para tal situação, pois fica mais fácil em não sentir culpa, sofrimento. E isto é só o começo da destruição dos lares e por consequência de uma sociedade pela dependência química.

Para entendermos melhor, precisamos assumir que somos humanos, portanto somos regidos pelas mesmas leis biológicas descritas por Dr. Hammer, ou seja, tudo que afeta qualquer pessoa nos afetam também.

Para ficar mais claro o que isso tem relação com a dependência química dos nossos jovens basta percebermos que todo desequilíbrio na conduta moral e cultural deles acaba desencadeando ações e reações gigantescas na família e no seu círculo de convivência. Gerando conflitos, doenças e até situações perigosas.

Porém criamos uma sociedade onde os filhos, desde pequenos, não têm a menor possibilidade de sobreviver no mundo lá fora sem a proteção dos pais, perante toda a complexidade da nossa sociedade moderna.

No mundo mais científico, temos uma explicação mais lógica: as crianças na fase infantil, desde o seu nascimento, têm uma grande produção do hormônio do prazer que é a dopamina e o neuro transmissor — serotonina. Esta enorme capacidade de sentir o prazer, tem um motivo: o prazer é a moeda de troca em qualquer coisa que fazemos, inclusive no aprender. Se não existe prazer, não existe interesse em aprender, então as crianças são dotadas de muito prazer perante a necessidade de grande aprendizado num período curto, pois subintende-se, que a partir da puberdade, eles terão que lutar por conta própria.

Quando chegam na puberdade, a produção de prazer — dopamina /serotonina somem,e e isto os tornam o que chamamos de “aborrecentes”. Pois eles começam a desenvolverem suas competências alfas.

Isto surpreende os pais, pois os filhos passam a buscar as suas tribos fora de casa, como por exemplo, amigos de escola. E as suas necessidades de se tornarem líder de um novo território faz com que eles queiram ser descolados pelo olhar de seus colegas e muitas vezes fazem isto ingerindo álcool ou fumando dando início a vícios mais perigosos.

Ao fazerem uso de algum tipo de substância como as citadas, eles experimentam o seu momento da dopamina e serotonina, ou seja, do prazer que lhes é familiar. Pois os remetem com a melhor fase de suas vidas que foi a infância, isso passa a fazer muito sentido para eles e ali começa a abrir as portas para a dependência química.

Esta reflexão nos leva a entender que apesar de muitos pais se culparem pela dependência de seus filhos e assim dar a eles, um ambiente propício para eles glorificarem esta doença, mostra realmente que a origem deste comportamento, que se torna doença, são muito mais complexas do que um simples encontrar culpados.

A verdade é que quando nos culpamos pela dependência dos jovens, nos tornamos mais permissivos, por tanto cada um de nós temos que observar todo o meio em que este jovem está inserido, quais são as suas necessidades, suas buscas, seus vazios, suas altas sabotagens, seus componentes genéticos hereditários, suas relações sociais, suas características nutricionais, suas relações familiares.

Isto é apenas uma leitura de todos estes componentes que poderá realmente ajudar aqueles que sofrem com esta doença impiedosa, e para tal precisa-se buscar um profissional com olhar integral da doença, humanizado e não unicista.

IBTA — http://ibtaina.com.br/

O Instituto IBTA — Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas é reconhecido nacionalmente pela excelência no tratamento ambulatorial (sem internação) para Dependência Química, com duração de 05 dias. Aliado a um revolucionário fitoterápico que a partir do primeiro dia de tratamento, o paciente, já apresenta diminuição dos sintomas de abstinência física e mental.

A consolidação dessa imagem se deve ao elevado índice do sucesso obtido durante anos recuperando pessoas com problemas ocasionados pelo uso de álcool, cocaína, crack e outras drogas — vícios.

Formada por uma equipe multidisciplinar, qualificada e em contínuo aprimoramento, o Instituto IBTA conta com conhecimentos e técnicas atuais de tratamentos alternativos, priorizando sempre o respeito e humanização das relações em todos os níveis de atendimento, desde o paciente aos seus familiares.

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