Os sistemas de governo, contra o povo!

Quando uma força de proporções gigantescas, impõe, o seu poderio, à uma comunidade indefesa e frágil, e, que não tem nenhuma expressão para o Estado. que o jogará à margem da ilegalidade.

Helicóptero, cavalaria montada, policias militares e civil, amarelinhos, pás carregadeiras, caminhões, tratores, SAMU, Aguas Cuiabá, Energisa, todo este aparato, contra meia dúzias de descamisados e descalços, Sendo eles; Velhos, Mulheres e Crianças, que  só querem ter direito a um pedaço de chão, “Um lugar ao sol”, coisa que o estado de direito, não lhes deu, nem dá. “E fácil pisar na formiga, difícil mesmo e enfrentar o elefante”. Destruindo sonhos mesmos que pequenos ou insignificantes para muitos, porém para estes pequeninos são sonhos de uma vida inteira. Este e o sistema opressor, que faz a exclusão social de grupos e classes. O descaso o desrespeito, a pressão contra os excluídos de um sistema covarde e opressor, que não protege os seus cidadãos mais necessitados, onde o menos protegido, são tratados como marginais, desordeiros, bandidos; os que estão à mercê do estado, onde este estado não os conhece, nem os vê. Um estado, através de seus segmentos, que, ao não fazer a sua parte, que e, dar direitos mínimos aos cidadãos, os tira, jogando-os à margem da marginalidade, sendo que estes buscam seus direitos, com as armas que tem, talvez de uma forma arcaica e ultrapassada, sendo que cada um luta com o que tem. Se o estado vem com todo o seu poderio bélico, para massacrar, intimidar, destruir, os desprotegidos e sem condição de nada. Sendo que foram abandonados por este mesmo sistema, que em sua totalidade e burguês e podre, protegendo os grandes e poderosos, deixando a sua grande totalidade desprotegida, desarmada, em todos os segmentos, deste estado burguês e opressor. Onde o que e certo, torna-se errado, e, o que e errado, tornando da forma que este estado burguês e opressor, quer. Sendo assim desta forma, deste de antes dos primórdios da humanidade, onde os opressores, coronéis, ditadores, e o próprio estado, sempre fez o seu belo papel. Pisar no mais fracos, e se acovardar para os mais fortes. Sendo que os poderosos dizem ao estado, o que eles querem, restando a este estado, apenas fazer o cumprimento. Não tendo nenhum interesse, pelos mais fracos, proletários, pobres, desprotegidos, e os que não tem condição de nada. Este estado desumano, age com toda a sua força, contra os menos favorecidos, tirando dos pobres e que não tem condição de nada, transferindo para quem não precisa; dinheiro, poder, terras, e as melhores condições para os que não precisam, e que tem condição de tudo. E chegada a hora de uma grande reflexão: “qual o interesse deste estado de direito, a quem ele serve, e para que ele serve” um estado que oprime e sempre desrespeitou, os que realmente precisam e que não tem ninguém por eles, somente forças contrarias, sendo elas, o burguês, o estado e todo o sistema, que deveria barrar, estas forças arcaicas e ultrapassadas, que não mudaram nos últimos cem anos, e não nos da esperança nenhuma nos próximos cem anos. O que fazer, a quem recorrer, como buscar uma solução, para o que não tem solução, enquanto reinar o homem mau. E sem amor, que apenas faz muitos sofrerem, e que uma minoria se alegra, com o sofrimento de muitos. Onde recorrer e a quem buscar uma saída, para esta atual conjuntura, que ora se instalou, neste sistema, ao qual não buscam soluções no coletivo, é sempre no individual, transferindo tudo o que e melhor para um seleto e pequeno grupo burguês, e que este pequeno grupo seleto tem a aprovação do estado burguês e opressor, que não protege os seus na sua totalidade, burlando leis, e não respeitando a carta magna deste país. Onde os escritos não são respeitados ou substituídos conforme os interesses de poderosos que tem o poder da caneta que mata e não ajuda, à quem e o interessado de fato, e muito pior os mais desprotegidos, e, que não tem ninguém por eles. Onde grupos se unem sem a aprovação de quem e detentor do direito de fato, e não tem o poder da caneta, que ora fora transferido, para um outro ser, ao qual enganou à muitos dos que não tem o poder da caneta, e, a usa contrariamente, contra o seu próprio detentor do direito de fato.

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